Words and life

Words and life

terça-feira, 17 de junho de 2008

E agora?

Terminou esta fase... Quem diria? Agora parece k td foi rápido. Parece até k n custou. Ficam as boas recordações. E as más? Essas dão pa rir.
A Universidade deixa de ser o local onde vou passar td a semana, como foi durante 4 anos, apesar d ainda ter k la passar algumas xs.(é o k faz ter uma cadeira em atraso). A escola, essa, n sei kd lá voltarei...
Agora td muda. Um ano com intensiva companhia de algumas pessoas vai ficando pa trás. A companhia vai diminuindo até k se desvaneça... Esperemos k plo menos pa 1 ou outro cafe ainda exista.
E agora? A minha vida é um mar de "ses". Se eu fizer a cadeira, se eu arranjar emprego, se eu for pa fora do pais, se...,se...,se... Neste momento o mais provavel é ir pa fora. Ainda n sei s alemanha, inglaterra ou itália. Vamos ver o k nos calha. Mentirira se dissesse k n estou confusa. Kero ir, é melhor pa mim, po meu curriculo, é melhor pa relação c os meus pais, é melhor pa mt coisa. Mas dp... Nc fui d arriscar ir mt longe e deixar ca as pessoas k amo. É verdade k já me arrependi disso e, por isso n kero perder a oportunidade k tenho. 6 meses é pouco, ou plo menos é o k dizem tds. É mt bom saber k tenho o apoio da pessoa mais importante. Sei k tenho a companhia de uma pessoa c kem me dou mt bem, Eu. E tds os medos ou receios k possam aparecer, k venham, só m mostram k estou consciente das dificuldades, assim já vou preparada :)
Decisão complicada, mas se fosse simples é pk n era importante.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Últimas aventuras de um estágio que deixou marcas...

O fim aproxima-se cada x mais... esta é praticamente a última semana, já k td tem k ser entregue até sexta.
Ainda n se sente o gosto de trabalho feito m sim o nervosismo da falta de tempo. Apenas algunas semanas após o enterro e com tanto trabalho as recordações do tempo de estudante aumentam. Como era bom...
Realmente é preciso a responsabilidade do trabalho para darmos valor ao k vivemos qd estudantes.
Fica o sentimento desta semana, na próxima já td será diferente....

sábado, 24 de maio de 2008

Estágio ... a última corrida para a meta....

Normalmente a última volta antes de chegar à meta é das mais importantes e é, também, a que mais custa, pois já existe o desgaste de todas as outras voltas.
É assim que me sinto. A pcs semanas de terminar o estágio o trabalho é muito, o tempo pouco e o cansaço já é parte de mim. Os prazos a terminar e as coisas ainda por fazer... As noites mal passadas porque ora há trabalho pa fazer, ora a preocupação com o trabalho n deixa dormir.
Cm disse o Zé Luis... Sinto-me n1 Big Brother... Vivo com o Zé e com a Carla! Só n tomo banho e durmo c eles...
Passo o dia sentada em frente ao computador. agora poster do projecto, dp (ou ao msm tempo) projecto de Reflexão-acção de inglês e de alemão (se bem k este "tuc tuc"), ainda com isto td e já se mete o portfólio ao barulho, para além disso vem as FAPPES (acho k n vou ter saudades delas, embora so lhes tenha mexido 3x) e os relatórios de avaliação....
Ai estágio, a quanto obrigas...

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Toma lá Sr. Tavares!!!

Como já todos sabem, eu estou no inicio da profissão docente e, por isso defendo a minha profissão. Quer gostemos ou não dos professores devemos respeita-los. O Sr. Miguel Sousa Tavares não o fez quando nos chamou "os inuteis mais bem pagos do país". Como todos os professores também eu me senti indignada com este comentário infeliz. Assim, decidi colocar aqui um texto de autoria de uma colega, professora de português, que eu conheço e que admiro. É uma pessoa que sabe do que fala. Sem mais alongamentos pesso-vos que leiam. Vale mesmo o esforço.


«É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou “os professores os inúteis mais bem pagos deste país.” Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, quer na índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos? Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de “inúteis”, como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema?

O senhor tem filhos? – a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que “são os inúteis mais bem pagos do país.”? Não me parece… Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas? É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores “inúteis” são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino. E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?

Sou professora de Português com imenso prazer. Oxalá nunca nenhuma das suas obras venha a integrar os programas da disciplina, pois acredito que nenhum dos “inúteis” a que se referiu a leccionasse com prazer. Com prazer e paixão tenho leccionado, ao longo dos meus vinte e sete anos de serviço, a obra de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andresen, que reverencio. O senhor é a prova inequívoca que nem sempre uma sã e bela árvore dá são e belo fruto. Tenho dificuldade em interiorizar que tenha sido ela quem o ensinou a escrever. A sua ilustre mãe era uma humanista convicta. Que pena não ter interiorizado essa lição! A lição do humanismo que não julga sem provas! Já visitou, por acaso, alguma escola pública? Já se deu ao trabalho de ler, com atenção, o documento sobre a avaliação dos professores? Não, claro que não. É mais cómodo fazer afirmações bombásticas, que agitem, no mau sentido, a opinião pública, para assim se auto-publicitar.

Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu, quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que “os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do país.”? Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que “são os inúteis” mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados “são os inúteis mais bem pagos do país”? Ou os políticos? Não, acredito que não, embora também não tenha dúvidas de que deve estar mais familiarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados. Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do( falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor, que são, juntamente com os políticos, “os inúteis mais bem pagos do país”, que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.

Assim sendo, sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que a informaçãozinha é bem necessária antes de “escrevinhar” alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunos que são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.

Por isso, não posso deixar de lhe transmitir uma mensagem com que termina um texto da sua sábia mãe: “Perdoai-lhes, Senhor
Porque eles sabem o que fazem.”

Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos»

terça-feira, 18 de março de 2008

Há dias assim...

hoje foi um dia cansativo. Tou farta do meu computador.
Trabalhei nele toda a manhã, de tarde reunião e dp computador outra x. As minhas férias bem merecidas vão ser gastas a trabalhar.
Tenho saudades daquela fase em que não era tão responsavel. Em que podia desleixar-me e depois inventava uma boa desculpa ou então só e simplesmente não fazia as coisas. Já não tenho coragem para mais desculpas e os remorsos matam-me se não faço o melhor k sei. Resta-me trabalhar... e ficar cansada.