Words and life

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Espanhola registou o Sol em seu nome

"Que Espanha seja conhecida como terra de sol e de touros, até aí, nenhum comum dos mortais se espanta, mas que uma espanhola se auto-intitule proprietária do Sol, já a coisa não passa sem causar estupefacção.

É por isso que Ángeles Durán, perita judicial, nascida em Vigo, Espanha, há 49 anos, está por estes dias a despertar o interesse da Imprensa de todo o Mundo.

foto M. MORALEJO/LA VOZ DE GALICIA
Espanhola registou o Sol em seu nome
Ángeles Durán

Durán diz ter na sua posse, desde o início do Verão passado, o registo de propriedade do astro-rei. Mas, afinal, o que pode levar alguém a procurar ser proprietário de algo que supostamente pertence a todos e se encontra a cerca de 150 milhões de quilómetros?

A resposta de Ángeles Durán é tão surpreendente quanto o seu acto: "Não quero ficar rica à custa disto. Quero que as empresas que usam o Sol paguem por isso para poder ajudar a Humanidade".

A ideia da mulher que se escuda num convénio internacional que dita que "nenhuma nação, país ou Governo poderá declarar-se proprietário de nenhum planeta ou estrela, mas que só vincula os governos das nações e não as pessoas a título individual", para reclamar a propriedade do astro maior, é cobrar uma taxa a nível mundial pela exploração da energia solar e com o dinheiro ser solidária com o planeta Terra.

A "dona do Sol", que afirma já ter contactado o Governo de Espanha para levar os intentos por diante, planeia "entregar metade das receitas para os orçamentos de Estado, ajudar doentes com Alzheimer de todo o Mundo e os três milhões que padecem de doenças raras em toda a Europa, aumentar as pensões mais baixas e combater a fome".

Para si, Ángeles Durán apenas reclama "10%" do produto da exploração do "seu" Sol. "Já o tenho escriturado como meu. Está registado num notário em Porrinho e legalmente fundamentado", afirmou, explicando que decidiu avançar para a tomada do Sol quando soube de um americano que registou a Lua e diversos planetas como sendo dele."

retirado do jornal de noticias em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1726129

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Milionários americanos querem pagar mais impostos

Grupos de milionários norte-americanos lançaram petições nas quais pedem à administração de Barack Obama que lhes sejam cobrados mais impostos para ajudar a reduzir o fosso que separa os mais abastados dos restantes cidadãos.

Numa das petições, 45 milionários solicitam que, em nome da "saúde fiscal" dos Estados Unidos e do "bem-estar dos co-cidadãos", terminem os benefícios fiscais atribuídos em 2001 aos contribuintes cujo rendimento anual excedesse um milhão de dólares (cerca de 763 mil euros).

O momento não foi escolhido ao acaso: os benefícios fiscais aprovados pelo ex-Presidente George W. Bush expiram no final de 2010 e os Democratas, que saíram enfraquecidos das legislativas de Novembro, pretendem, contra a opinião dos Republicanos, reservar este benefício às famílias cujo rendimento seja inferior a 250 mil dólares por ano (cerca de 190 mil euros). (...)

In Jornal de Noticias

Dá que pensar... Até porque normalmente as causas nobres pelo bem comum surgem acompanhadas por um interesse pessoal. Será que os ricos estão fartos de ganhar dinheiro??


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A propósito da cimeira da NATO. Estamos todos em alerta. Até o ciccopn teve rusga policial com grande aparato. Claro que uma coisa não está relacionada com a outra, mas os srs agentes (que diga-se fizeram um trabalho espectacular, digno de um filme) são solidários. Se os do Sul dão espectáculo, eles também têm que mostrar trabalho. Mas o melhor foram os cães, tão lindoooooooos.....

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Turismo em Portugal


No ano passado, após a minha longa e penosa estadia em Enfield city, tive a oportunidade de inverter a situação, ou seja, de trazer ao meu mundo de origem parte do mundo em que vivi num ano. Passando a explicar, inicialmente vim cá com alguns elementos da escola onde estive (um dos quais, a pessoa que mais me importunou) e posteriormente, nas férias grandes, a visita das amigas que me foram acompanhando e com quem partilhei muitos momentos.
Essas viagens foram extremamente importantes para mim por vários motivos. Um dos quais, e o que interessa aqui, foi que serviu como forma de mostrar que o que eu dizia do meu país e do meu povo, que lá parecia presunção, cá era modéstia. Não houve uma única pessoa que não ficasse fascinado pela nossa cultura, a nossa comida, as nossas pessoas. E o mais interessante é que a visita foi só ao Norte, nada das fantásticas praias do Algarve ou do fascínio da capital. Não quero com isto desvalorizar as belezas do Sul (que eu própria gosto bastante), apenas quero realçar que com aquilo que é menos paradisíaco, estes meus visitantes ficaram fascinados. Acho que é mais do que altura de irmos viajar mas também de trazermos viajantes, de promovermos e aproveitarmos o que de tão bom temos. Por ser nosso e ser parte da nossa rotina não lhe damos o valor que merece. O valor que aqueles que não têm dão quando cá chegam.
Deixemos a nossa modéstia ficar em casa e levemos o orgulho de viver num cantinho ao sol pelo mundo fora.